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Portugal entre os melhores em Governo Digital

Portugal entre os melhores em Governo Digital

Digital Government Index 2025 da OCDE coloca o país na liderança europeia da transformação digital

Portugal entre os melhores em Governo Digital 

Com uma pontuação de 86% entre 42 países avaliados no Digital Government Index da OCDE, Portugal deu um salto histórico no ranking internacional de transformação digital do Estado. A trajetória é clara e os números falam por si: de 10.º lugar em 2019, para 11.º em 2023, e agora para o pódio mundial em 2025. 

A representar Portugal neste índice, a Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE) tem sido o motor institucional desta transformação, coordenando a execução da Estratégia Digital Nacional, promovendo a modernização dos serviços públicos e garantindo que a digitalização do Estado se traduz em valor real para cidadãos e empresas. 

O relatório deste ano coloca Portugal em destaque em várias das suas dimensões. A mais expressiva é "Governo como Plataforma", onde Portugal conquista o 1.º lugar mundial, subindo 21 posições face a 2023, graças ao investimento nas plataformas gov.pt e iAP e à maior interoperabilidade entre organismos públicos.  

Destaque ainda para a área "Orientado para o Utilizador", onde o país sobe para a 2.ª posição, impulsionado pelo reforço das práticas de acessibilidade e pelo Decreto-Lei n.º 49/2024, que torna o Mosaico obrigatório nos serviços digitais da Administração Pública. Já em "Digital por Design" e "Proatividade", Portugal alcança, respetivamente, o 3.º e o 4.º lugar, este último com uma subida de dez posições, refletindo maior maturidade na adoção responsável de tecnologias emergentes. 

O relatório inclui também o OURdata Index (Dados Abertos, Úteis e Reutilizáveis), no qual Portugal atinge a 15.ª posição em 2025 (face à 22.ª em 2023), registando um dos aumentos de pontuação mais significativos, associado ao desenvolvimento e implementação de políticas de dados públicos abertos, incluindo reutilização e avaliação do impacto. 

ARTE e IGCP reforçam Espaços de atendimento aos aforristas

ARTE e IGCP reforçam Espaços de atendimento aos aforristas

Unidades de Coimbra, Penafiel, Setúbal, Faro e Viseu passam a integrar a lista de pontos de contacto.

ARTE e IGCP reforçam Espaços de atendimento aos aforristas 

O número de Espaços Cidadão disponíveis para atender clientes de produtos de aforro foi alargado, verificando-se quase uma duplicação da rede disponível. Através de um protocolo entre a Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE) e a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), passam a ser 12, em vez das atuais sete, os Espaços Cidadão a disponibilizar estes serviços.

Com esta expansão, as unidades de Coimbra, Penafiel, Setúbal, Faro e Viseu passam a integrar a lista oficial de pontos de contacto. Nestes locais, os aforristas podem realizar operações fundamentais como a subscrição de Certificados de Aforro da Série F e Certificados do Tesouro Poupança Valor, bem como o resgate de produtos, a atualização de dados pessoais e a desmaterialização de certificados físicos.

Esta cooperação reforça a missão da ARTE na coordenação da rede de atendimento presencial da Administração Pública. Em simultâneo, a iniciativa consolida a estratégia de proximidade do IGCP, aproveitando a capilaridade dos Espaços Cidadão para aproximar serviços financeiros essenciais de todos os portugueses. 

Comissão Europeia abre consulta pública sobre transparência em conteúdos gerados por IA

Comissão Europeia abre consulta pública sobre transparência em conteúdos gerados por IA

Participe na elaboração da segunda versão do Código de Prática

Comissão Europeia abre consulta pública sobre transparência em conteúdos gerados por IA

A Comissão Europeia e o AI Office lançaram a segunda versão do Código de Prática sobre transparência em conteúdos gerados ou manipulados por inteligência artificial (IA) e convidam cidadãos, empresas e organizações a apresentarem contributos. Os interessados podem participar através de um questionário online, disponível até 30 de março às 22h00 (CET).

A iniciativa insere-se na implementação do Regulamento Europeu de Inteligência Artificial (AI Act) e pretende apoiar fornecedores e utilizadores de sistemas de IA na aplicação de mecanismos que permitam identificar e assinalar conteúdos criados ou alterados por IA. O objetivo é garantir que os utilizadores são informados de forma clara quando interagem com sistemas de IA generativa ou quando estão perante conteúdos produzidos por estes sistemas.

A segunda versão do documento apresenta orientações mais detalhadas e maior flexibilidade na aplicação das medidas de transparência previstas no AI Act. Entre as propostas em análise está também a criação de uma task force dedicada ao desenvolvimento de um ícone europeu comum que permita identificar conteúdos gerados por IA.

O processo de elaboração do Código segue uma abordagem aberta e participativa, envolvendo representantes da indústria, academia, autoridades públicas e sociedade civil. O objetivo é apoiar a aplicação prática das regras do Regulamento Europeu de Inteligência Artificial (AI Act) relacionadas com informação ao utilizador, deteção de deepfakes e divulgação de conteúdos gerados artificialmente.

Para mais informações sobre iniciativas europeias na área da inteligência artificial, consulte o portal digital.gov.pt.